terça-feira, 7 de dezembro de 2021

O Boticário usa a memória olfativa como conceito da campanha de Natal


Mágica, sensível e comovente, a campanha do Boticário, marca já reconhecida por contar histórias reais, se inspirou na obra O Pequeno Príncipe para nortear a campanha de Natal deste ano, que lança luz sobre reconexão por meio da memória olfativa. O conceito do filme teve como ponto de partida o cenário pandêmico e o futuro pós-pandemia para depositar mensagens de otimismo e esperança, no encerramento de mais um ano marcado pelo isolamento social.

Especialista em perfumaria há mais de 40 anos, o Boticário aliou seu core-business ao desejo de devolver os cheiros da vida para as pessoas neste Natal. O sentido, que muitas pessoas perderam durante a pandemia, aparece como elemento central no filme conceito da campanha.

“Nós somos a marca reconhecida por falar de amor e dar visibilidade a histórias reais. Após dois anos de desafios, incluindo perdas irreparáveis para milhares de brasileiros, nós desejamos devolver os cheiros da vida neste momento de reencontro e reconexão com família e amigos e depositar um pouco de esperança”, comenta Renata Gomide, Diretora de Marketing do Grupo Boticário.

Isolada no seu próprio mundo, a protagonista do filme representa as pessoas que, durante a pandemia da Covid-19, estiveram distantes de familiares e amigos. Em uma retrospectiva, com narração de trechos do clássico “O Pequeno Príncipe”, ela relembra algumas das cenas frequentes ao longo do ano: a emoção da alta de quem venceu o vírus; as videochamadas como recurso para estar nos momentos mais importantes; os vizinhos se encontrando nas janelas ou sacadas para dar uma dose de alegria em meio aos desafios.

A AlmapBBDO idealizou o filme que transmite a essência do amor, atrelada ao gesto de valorizar momentos e conectar pessoas pelo olfato. “Neste ano, quisemos trazer algo esteticamente diferente, que se destacasse. Nós fizemos questão de manter um elemento fundamental para a marca: histórias emocionantes com um olhar otimista e esperançoso como o mundo precisa”, diz Pernil, Diretor Executivo de Criação da AlmapBBDO.

O olfato, sentido mais complexo do corpo humano, capaz de evocar memórias, emoções e conectar pessoas a momentos, independente da distância física, também permeou a criação do Centro de Pesquisa do Olfato, área dedicada ao estudo do sentido, que, por meio do desenvolvimento tecnológico e científico, tem como objetivo fomentar e difundir conhecimento em torno do tema. O centro reunirá profissionais multidisciplinares que atuam em áreas como ciência e inovação para gerar conhecimento e incentivar pesquisas visando o bem-estar e qualidade de vida da sociedade.

Como uma das iniciativas do Centro no pilar de Diversidade Sensorial, a marca apresenta o recurso de acessibilidade olfativa #QueCheiroTem, idealizada pela W3haus, agência do Boticário para redes sociais. A hashtag expande a cultura da acessibilidade nas redes sociais ao fornecer elementos descritivos para quem não pode sentir o cheiro das fragrâncias da marca - seja por perda de olfato ou por outra razão.

FICHA TÉCNICA ALMAP
Anunciante: O Boticário
Agência: AlmapBBDO
Título: Pequena Princesa
Produto: Datas
CCO: Luiz Sanches
Diretores Executivos de Criação: André Gola e Pernil
Criação: André Gola e Pernil
Produção Audiovisual: Vera Jacinto, Diego Villas Boas, Vanuza Passos
Atendimento: Camilla Massari, Daniela Teixeira, Andressa Duo, Monique Gentil, Nickolas de Castro e Nataly Barros
Planejamento: Rita Almeida, Daniela Ferrari, Maria Eduarda Menezes
Mídia: Mídia: Rafaela Alves, Luana Gallizzi, Suellen Kiss, Everton Maciel, Vitória Soares, Gabriele Fernandes, Enzo Santos e Bianca Lopes
Ilustracao/3D: Estúdio Boreal
Ary Buyer: Tereza Setti, Ana Cecília da Costa, Eliane Silva
Produção Gráfica: José Roberto Bezzera

Campanha criada pela AlmapBBDO é inspirada no clássico da literatura O Pequeno Príncipe, ao som de “Hey Jude” 
Link do filme: https://www.youtube.com/watch?v=CrOOLueQvxQ

quarta-feira, 1 de dezembro de 2021

Encontro Nacional de Jardinagem em Curitiba


Nesta sexta-feira (3), sábado (4) e domingo (5), o Ateliê Jardim, em parceria com a Canteiro Fértil, promove o Sucuencontro Nacional. Com especialistas renomados, o evento vai contar com diversos workshops sobre jardinagem e uma das maiores feiras de suculentas de Curitiba.

“A ideia é proporcionar ao consumidor curitibano mais do que uma experiência de compra, é ensinar também técnicas corretas de cultivo que agreguem sustentabilidade e consciência ecológica. Vemos que o Brasil ainda tem muito potencial a ser explorado neste ramo, este é um mercado que está tomando mais força a cada dia e sermos os pioneiros nesta conquista traz um enorme orgulho a Curitiba e região", pontua Claudia Pinheiro, sócia proprietária do Ateliê Jardim.

O evento começa às 9h na sexta-feira (3), com a tradicional feira de suculentas da floricultura e com o workshop sobre insumos agroecológicos com Mateus Cheles. No sábado (4), às 9h30, Samuel Gonçalves do Um Botânico no Apartamento vai ministrar um workshop sobre suculentas. Às 14h, Pedro Parigot ensina sobre substratos e insumos e às 15h, teremos Samuel Gonçalves com workshop sobre Urban Jungle. Já no domingo (5), às 9h30, Guydo Horta comanda o Mão na Massa com Guydo Horta. Confira a programação completa no https://www.instagram.com/ateliejardimcwb/. Mais informações e ingressos no (41) 99144-8800.

“O encontro deste final de semana, destaca Curitiba como um dos principais pólos na jardinagem moderna. Reunir quatro palestrantes de profundo conhecimento técnico em um único final de semana será um marco que vai impulsionar o mercado de plantas da região”, diz Claudia Pinheiro.

O Sucuencontro Nacional vai contar com uma das maiores feiras de suculenta de Curitiba. “São mais de 14 mil mudas de plantas, mais de mil espécies diferentes. Abrangendo desde o público iniciante com mudas de R$2,50 até mudas de coleção”, afirma Claudia Pinheiro.

O evento ainda vai contar com dois eventos gastronômicos. No sábado (4), acontece o Café da Manhã na Roça com muitas delícias que lembram a comida da vovó. Já no domingo (5), encerrando o Sucuencontro, vai ter um delicioso almoço com costela fogo de chão.

Serviço:
Sucuencontro Nacional do Ateliê Jardim
Data: 3, 4 e 5 de dezembro (sexta-feira, sábado e domingo)
Endereço: Avenida Candido Hartmann, 4979 – Santa Felicidade – Curitiba/PR
Informações e ingressos: 41 99144-8800

Quais são os desafios na área de TI para adequação à LGPD?


As empresas ainda estão no início do processo de adequação ao que determina a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) e muitas dúvidas ainda são comuns
nesse processo. Para começar a adotar boas práticas e estar adequado à LGPD, o primeiro passo é entender que a há três áreas que norteiam esse caminho e precisam

trabalhar de forma integrada: Jurídico, Negócios e Tecnologia da Informação. Neste artigo vamos falar sobre os desafios que você precisa considerar em sua estrutura de TI (Tecnologia da Informação).

Muitas vezes, os profissionais de TI só são lembrados quando algum problema está ocorrendo, algum equipamento ou sistema para de funcionar. O que a maioria não se

dá conta que o sistema de uma empresa abriga as informações confidenciais dos colaboradores, clientes e fornecedores. É a gestão de TI que vai garantir a proteção

de dados e segurança da informação. A área de TI é peça chave e estratégica na adequação à LGPD. Será a responsável por planejar e manter toda a gestão de TI, passando por toda infraestrutura de ativos da rede, análise dos sistemas, ferramentas de comunicação e segurança da informação. Todos os recursos precisam estar integrados, com processos mapeados e políticas de segurança e privacidade bem definidas.

Passo a passo para a área de TI ter sucesso na adequação à LGPD
Muitas empresas, em geral micro e pequenas, não têm estrutura suficiente para ter um profissional sênior de TI internamente. E quando há este profissional, uma consultoria

externa e especializada, terá a função de dar suporte a esse colaborador-chave. Ela fará uma análise e diagnóstico para avaliar a estrutura da empresa, e um plano de

ação com todas as correções e melhorias necessárias. É preciso entender sobre o fluxo de dados e sistemas de informação, que tipo de comunicação é utilizado (e-mail, software de mensageria, WhatsApp, etc.), quais os sistemas de segurança, monitoramento e análise de vulnerabilidades. Existe uma PSI (Política de Segurança da Informação) documentada e implementada? Caso exista, está em conformidade com a área de atuação da empresa e as necessidades da LGPD?

Atuação da empresa X Investimento
O porte da empresa não define a quantidade de investimento que será necessário. Uma empresa pode ser pequena em número de funcionários ou faturamento, mas

robusta em estrutura ou mesmo ter a necessidade de coletar e tratar muitos dados, inclusive, dados sensíveis. Poderíamos citar a área de saúde, como clínicas e

laboratórios, corretoras de seguros, contadores, escolas, escritórios de advocacia, etc. Ainda podemos abordar os tipos de acessos dos colaboradores. Quais sites são

navegados? Uma pergunta comum é em relação às redes sociais: corporativamente é preciso bloquear as redes? A resposta é: depende. Quem trabalha com

entretenimento, por exemplo, o acesso pode ser fundamental para a atividade no dia a dia. O ponto é analisar quais os cuidados para acessar as redes de forma segura. A análise tem que ser considerada de acordo com a atuação da empresa. O apoio e engajamento da alta direção da empresa é fundamental em todo o processo. As decisões são tomadas de cima para baixo, logo, com a diretoria patrocinando o projeto, tudo tende a fluir bem. O próximo passo será a TI conscientizar e treinar toda a empresa para efetuar uma implementação com eficiência, mas para isso, necessariamente, precisará da colaboração de todos. Incluir a TI como parte da estratégia da empresa e gestão do negócio torna a empresa mais competitiva, traz retorno para os investimentos e eleva sua reputação.

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Escrito por Alexandre Pinto, CEO da Diferenciall Tecnologia & Consultoria e Vice-Presidente de
Tecnologia do Clube de Regatas Flamengo. Administrador, Consultor em Gestão Empresarial, Tecnologia da Informação e RH, especializado em Reestruturação de Empresas e Implantação de Sistemas, com mais de 30 anos de experiência.

terça-feira, 30 de novembro de 2021

Curitiba ganha aplicativo de aluguel de carro 100% digital

 

Ebraim Martini

Foi lançado em Curitiba, o aplicativo V1, serviço de aluguel de carros 100% digital e inédito no Paraná. Além de contar com o aluguel de veículos de forma on-line com diversas opções de veículos e até mesmo de meia-diária (12h) - algo raro dentre as locadoras tradicionais -, o aplicativo também oferece o serviço de veículos por assinatura. Ambos funcionam via aplicativo e já estão fazendo sucesso desde o ano passado na Grande Vitória (ES). O evento de lançamento foi realizado no piso G5 do Shopping Estação, onde fica a loja física da startup que pertence à Vix, braço de soluções logísticas do Grupo Águia Branca.

A frota conta com mais de 100 veículos de vários portes que ficam espalhados por estações (pontos de retirada e entrega) em toda a cidade. Entre eles, os hatchs compactos 1.0 Fiat Uno, Chevrolet Onix (nos modelos Joy e LT), a minivan 7 lugares GM Spin, o sedan Toyota Corolla, a SUV Volkswagen T-Cross automática e dois veículos utilitários: a Fiat Fiorino Furgão e a pick-up Toyota Hilux 4x4.

O processo de locação é simples. Após o download do app e cadastro inteiramente on-line, o cliente já pode selecionar a modalidade de aluguel e período de contratação. Após o cadastramento de um cartão de crédito válido, o aluguel é efetuado. Em seguida, basta encontrar o veículo no ponto de coleta selecionado, escanear o QRCode localizado no parabrisa e abrir a porta do carro via bluetooth direto do celular. O próprio cliente faz uma rápida checagem do estado do veículo, podendo, inclusive, tirar fotos de possíveis avarias. Por fim, é só desfrutar da comodidade e conveniência do carro V1, para depois devolvê-lo em uma das estações espalhadas pela cidade.

No caso do serviço de aluguel, o cliente pode retirar e devolver o automóvel em uma das estações V1 espalhadas pela cidade, além de contar com um serviço adicional exclusivo de leva e traz. Nesta modalidade, o cliente seleciona dia, horário e local e um funcionário V1 levará o automóvel para locação, assim como poderá buscá-lo quando a locação terminar. Nesse momento, o veículo passa por um serviço completo de higienização e desinfecção para que, a partir daí, possa estar disponível novamente na plataforma.

Durante o evento, o vice-presidente da divisão de logística do Grupo Águia Branca, Kaumer Chieppe, apresentou as vantagens do serviço: "Além de incentivar a mobilidade inteligente e promover novas experiências, oferecemos conveniência, comodidade e praticidade. Nossa missão é estar sempre à frente, criando soluções inovadoras e adequadas às demandas desse mercado em constante mutação. Com este serviço, trazemos ao mercado paranaense uma solução totalmente digital em aluguel de automóveis, sem fila, burocracia e com disponibilidade de aluguel imediato, a qualquer hora do dia. É um serviço ajustado às necessidades do usuário com autosserviço inovador e exclusivo, via aplicativo de celular”, destacou.

“Enxergamos a tendência do carsharing – compartilhamento de carros – como uma excelente alternativa para melhorar a mobilidade urbana, já que um único automóvel é usado por vários membros da mesma sociedade e apenas quando preciso. Desta forma, há menos circulação de carros nas ruas e melhor aproveitamento econômico, visto que os carros não ficam parados nas garagens para uso esporádico”, ressaltou Kaumer.

"A frota V1 é formada por carros cuidadosamente selecionados, com menos de um ano de uso e inteiramente automatizada, já que o acesso ao veículo é realizado via QRCode e o motorista encontra as chaves no porta-luvas do automóvel. Outro serviço exemplar é o nosso cuidado com a higienização entre cada locação, assegurando uma entrega segura e de qualidade", complementou a diretora-executiva da Vix, Patrícia Chieppe.

A comodidade dos veículos por assinatura
Além do serviço de aluguel, o V1 também oferece a opção de assinatura mensal, uma tendência que se fortalece a cada dia, baseada no conceito de "uso" e não de "posse". Essa solução inovadora tem como objetivo proporcionar mais economia, segurança e facilidade na hora de conquistar um carro zero-quilômetro.

Além de ser mais vantajoso financeiramente, essa modalidade elimina toda a burocracia que envolve a compra e a venda de um zero quilômetro, como documentação, desgaste de peças e desvalorização. No modelo de assinatura, o cliente tem a opção de escolher planos que variam entre um e dois anos, e entre 500 km e 2.000 km de franquia para rodar por mês. O pagamento é feito mensalmente no cartão de crédito e já inclui toda a documentação (IPVA, licenciamento e emplacamento), proteção, manutenção preventiva e revenda. Ao final do período, o veículo é devolvido e o cliente tem a opção de assinar um novo carro zero-quilômetro.

Em Curitiba, serão mais de 10 pontos de entrega e retirada dos carros, entre eles o Shopping Estação (piso G5), onde fica o espaço do V1, com a maior parte da frota. Além disso, as Estações V1 estarão espalhadas pela cidade, em locais como Postos Valência e Postos Curió. Para usar qualquer um dos serviços, basta fazer o download gratuito do app disponível para todos os sistemas operacionais.

Mais informações:
http://app.andev1.com.br/
Endereço Loja V1 Curitiba: Shopping Estação - Piso G5 - Av. Sete de Setembro, 2775 - Rebouças
Telefone: 0800 721 1617

Reajustes de 2022: veja o que fica mais caro no próximo ano

Créditos: Envato

Alimentos, combustíveis, energia elétrica e imóveis são algumas das várias “vítimas” da altíssima inflação que o Brasil vem enfrentando durante todo o ano de 2021. E a previsão para o próximo ano não é animadora, visto que, também por conta da pandemia, a economia ainda está instável.

Além disso, a proposta do governo para o reajuste do salário mínimo de 2022 será apenas para cobrir o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), porém, alguns dos reajustes de preços são ainda maiores do que o do INPC, como o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), por exemplo, que reajusta os valores dos aluguéis. Ou seja, mesmo com esse aumento, o poder de compra do trabalhador que recebe o salário mínimo deve diminuir. O doutor em Desenvolvimento Econômico e professor da Escola de Negócios da Universidade Positivo (UP), Guilherme Marques Moura, aponta quatro contas que devem seguir pesando no bolso dos brasileiros no próximo ano.

Energia elétrica
“A conta de luz, que aumentou durante todo esse ano, tem previsão para ficar ainda mais cara em 2022. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o valor deve subir 21%”, explica. "Será o maior aumento em sete anos", destaca Moura.

Transporte público
Por conta da inflação sobre os combustíveis, o valor do transporte público deve ser reajustado em todo o Brasil. “Se fossem repassados todos os aumentos de custos, a previsão é de elevação seria de 40% a 50% do preço da passagem, que atualmente custa, em média, R$ 4,00 no país”, revela o professor. “O impacto final depende da cidade, dado que o preço da passagem é subsidiada pelos governos municipais. De toda forma, especialistas apontam um aumento médio de pelo menos 10%”, pontua.

IPVA
O preço dos carros usados também subiu bastante: em média, 22% no período entre maio de 2020 e maio de 2021. Por conta disso, o valor do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) também será reajustado em 2022. “No caso dos carros, a elevação do preço do usado ocorreu devido à escassez e aos altos valores dos carros zero quilômetro, causando um efeito cascata sobre os preços dos veículos. Geralmente, esse é um imposto que tem redução ao longo do tempo, então, será uma surpresa para muitos consumidores”, alerta.

IPTU
O caso dos imóveis é semelhante, porém, o especialista afirma que o reajuste no valor do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) não assusta tanto quanto o IPVA. “O IPTU não deve apresentar uma alta tão significativa, dado que a tabela de preços é, geralmente, determinada pelas prefeituras”, aponta.

Segundo Moura, os reajustes causados pela inflação de 2021 são um fator bastante relevante para a inflação do começo de 2022, justificando o cenário previsto para o início do próximo ano. “Nos últimos doze meses, a inflação subiu 10,67%. No início do ano, o teto da meta da inflação, segundo o Banco Central, era de 5,25%. Ou seja, esse estouro da meta continuará causando efeitos no ano que vem”, completa.