Projetos desenvolvidos por trabalhadores na área de alimentação reduzem riscos de acidentes e de contaminação
A Superintendência Regional do Trabalho no Paraná desenvolve, desde 2008, o Projeto Boas Práticas de Segurança e Saúde no Trabalho. O objetivo é desenvolver nos trabalhadores a consciência da importância da adoção de boas práticas e intervenções educacionais. Desde então, eventos com palestras e treinamentos de capacitação são promovidos em todo o estado para melhorar cada vez mais os resultados das ações. Neste mês, foram apresentados, em Curitiba, os resultados de projetos desenvolvidos em empresas participantes.
O evento, neste ano, teve a participação do auditor fiscal do trabalho Ênio Bezerra Soares, que falou sobre Diagnóstico das Doenças Ocupacionais e Acidentes do Trabalho no Paraná e a intervenção da Fiscalização do Trabalho.
Entre as empresas participantes, a Risotolândia apresentou os resultados de três projetos: para evitar queimaduras no acendimento de fogões e panelões de pressão, para melhorar a ergonomia na empresa e para evitar riscos durante a abertura de latas de alimentos.
Queimaduras
O projeto para evitar queimaduras foi desenvolvido na unidade de São José dos Pinhais. O estudo buscou alternativas para o acendimento de fogões e panelões de pressão. Tradicionalmente, são usados palitos de fósforos comuns para o acendimento, mas os riscos de queimadura são grandes. No desenvolver do projeto, foram estudadas diversas alternativas para se evitar o uso dos palitos de fósforos comuns, além de programas de treinamento e capacitação dos trabalhadores. As alternativas usadas foram os palitos mais longos, com 9,4 cm (os tradicionais têm apenas 5 cm) e acendedores com 27 cm de comprimento, ambos sendo apontados como aprovados com alternativas para se evitar acidentes com queimaduras.
Abertura de latas
Abrir uma lata com equipamento manual também pode representar um risco de cortes e acidentes. Por isso, outro estudo foi desenvolvido no setor de Refeições Administradas da Risotolândia para se evitar o uso de equipamentos perfuro cortantes. Durante a pesquisa, constatou-se a necessidade de se substituir os equipamentos manuais pelos aparelhos articulados com roldanas, que apresentam maior durabilidade e não têm pontas que representem perigo no manuseio.
Ergonomia
O terceiro projeto apresentado buscou melhorar a ergonomia (ciência que estuda a interação do ser humano com o ambiente, buscando melhorar sua qualidade de vida por meio da adaptação dos objetos que lhe servem). O projeto desenvolvido na Risotolândia buscou minimizar os riscos de distúrbios osteomoleculares. Para isso, a empresa fez, durante a execução do projeto, as adaptações necessárias e os treinamentos da equipe para melhorar s procedimentos e métodos de trabalho. O maior objetivo foi buscar maior conforto, segurança e eficiência no trabalho.
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