quinta-feira, 25 de novembro de 2021

UP promove colônia de férias para crianças de 5 a 12 anos

Crédito: Freepik

Contato com a natureza, socialização, descobertas, esportes e alimentação saudável. Essa é a proposta da colônia de férias promovida pelo Centro Esportivo da Universidade Positivo (UP), em parceria com os cursos de Educação Física e Pedagogia. O programa, para crianças de 5 a 12 anos, é dividido em cinco semanas, de 6 a 17 de dezembro de 2021 e de 10 a 28 de janeiro de 2022.

Atividades como gincanas, piquenique, pintura, natação, teatro, leitura e artesanato serão realizadas no campus Ecoville da UP, que conta com piscina coberta aquecida, brinquedoteca, biblioteca, complexo esportivo, lanchonetes, teatro, ambulatório e mais de 400 m2 de área verde.

Os pacotes custam a partir de R$ 555,00 e as inscrições podem ser feitas na página feriasnaup.com.br.

SERVIÇO
O quê? Férias na UP
Quando? De 6 a 17 de dezembro de 2021 e de 10 a 28 de janeiro de 2022
Onde? Universidade Positivo - campus Ecoville (R. Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5.300)
Informações e inscrições: feriasnaup.com.br

quarta-feira, 24 de novembro de 2021

OCDE indica que meninos leem menos: como melhorar esse cenário?

 

Créditos: Envato

As meninas brasileiras e da maior parte dos países do mundo, de todas as idades, leem mais que os meninos. Essa é a conclusão de uma pesquisa realizada recentemente pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). No estudo Education at Glance, que analisa os resultados de leitura do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) 2018, ficaram claras as diferenças no desempenho de meninos e meninas. O exame é aplicado em jovens de 15 anos dos 38 países-membros da OCDE e também no Brasil, Argentina, Índia, China, Arábia Saudita, Rússia, Indonésia e África do Sul.

Outro estudo, publicado em 2019 na Proceedings of National Academy of Sciences of the United States (PNAS), indicou que essa grande disparidade de desempenho em leitura pode, inclusive, afastar as meninas das carreiras na área de exatas. “A forma como o estímulo à leitura é realizada contribui para que essa diferença continue existindo”, opina o gestor do Ensino Médio do Colégio Positivo, Heverton Ruan Peter de Jesus Ragazzi. No entanto, adotar determinadas estratégias pedagógicas pode ajudar a estimular desde cedo o interesse pela atividade em meninos, segundo o especialista. “No contexto atual, devemos repensar o conceito de leitura. Consideramos atualmente apenas o modelo formal de concluir livros, mas exercitamos a leitura também em outros formatos, como tutoriais de jogos, por exemplo”, afirma.

Uma questão cultural
Para a gestora do Ensino Fundamental do Colégio Positivo - Joinville, Joana Melim Borges Grobler, há um fundo cultural envolvido nesse problema. “No Brasil, historicamente, os homens são influenciados a se dedicar à área de exatas e as mulheres à área de humanas. Homens deveriam estudar para ser engenheiros ou arquitetos, não sendo necessário apresentar interesse pela leitura, mas pelos cálculos”, explica. As mulheres, por sua vez, tinham boas chances de seguir carreira no magistério quando se dedicavam às letras. A gestora da Educação Infantil e dos Anos Iniciais do Colégio Positivo - Master, Francine Silva, concorda. “Isso tem a ver com o fato sócio-histórico-cultural de acreditar que as meninas são mais capazes de fazer doações psicológicas, o que é uma visão equivocada. Esse ponto de vista formou-se devido ao longo período em que os homens foram protagonistas de seus lares”, explica. Hoje em dia, entretanto, esse viés é anacrônico, dadas as profundas mudanças nos papéis de homens e mulheres na sociedade contemporânea. Para acompanhar essas mudanças, defendem as especialistas, é preciso iniciar práticas pedagógicas ainda na Educação Infantil.

Além da questão sociocultural, há ainda o apelo dos recursos tecnológicos que estão à disposição com apenas um toque. A gestora dos Anos Finais e Ensino Médio do Colégio Passo Certo, de Cascavel (PR), Elaine Fernandes Fagundes, lembra que os jogos virtuais, a internet e os streamings são concorrentes muito atraentes das páginas dos livros, uma tentação ainda mais significativa para os meninos. “Essas atividades acabam sendo mais dinâmicas e divertidas para a grande maioria. Em uma sala de aula, observa-se que, em média, apenas 20% dos meninos leem com frequência. Os demais, em se tratando de uma leitura obrigatória indicada pela instituição educacional, valem-se apenas da análise rápida de um prefácio ou, simplesmente, nem folheiam o livro”, conta.

O que fazer?
Por mais grave que seja o cenário, ele pode ser mudado com atitudes simples, mas que precisam ser adotadas tanto pela escola quanto pela família. E, quanto mais cedo isso acontecer, melhor. “A leitura precisa ser estimulada desde sempre. Em geral, meninas são apresentadas aos livros mais cedo porque eles são voltados à imaginação, aos contos de fadas. Mas o livro deve ser um objeto pertencente também aos meninos. Os pais também precisam contar histórias para seus filhos”, aconselha o professor de Língua Portuguesa e Literatura do Colégio Vila Olímpia, de Florianópolis (SC), Alisson Feuser.

Incluir a leitura no cotidiano familiar é fundamental, mas os adultos precisam estar cientes de que, mais que incentivar, devem dar o exemplo. O gestor do Ensino Médio do Colégio Semeador, de Foz do Iguaçu (PR), Henrique Pedrotti, destaca que uma das principais tarefas de pais e educadores para estimular a leitura é o exemplo. “Crianças e adolescentes leitores são reflexos de adultos que gostam de ler e que têm o hábito da leitura arraigado na sua rotina”, afirma. A rotina, aliás, ajuda a consolidar o hábito, transformando aquela atividade em uma parte indispensável do dia.

Também é importante garantir que os meninos tenham acesso a livros que conversem com seus interesses. Para a gestora da Educação Infantil e Anos Iniciais Regular e Bilíngue do Colégio Positivo - Santa Maria, de Londrina (PR), Shirley Cristiane Szeiko, “uma parte muito relevante desse estímulo é buscar títulos interessantes, ligados aos assuntos que eles gostam. Criar essa conexão entre a leitura e os interesses que eles já têm é uma forma simples de tornar a atividade mais divertida”.

Do lado da escola, o esforço deve ser igualmente atencioso. A gestora da Educação Infantil e dos Anos Iniciais do Colégio Positivo - Master, em Ponta Grossa (PR), Francine Silva, ressalta essa necessidade. "Cabe a nós, gestores escolares, conversar, investigar e orientar os professores. Também precisamos questionar sempre as nossas práticas, verificar se as atividades que proporcionamos na escola têm a ver com isso. Será, por exemplo, que as meninas não se identificam mais com o tipo de história que costumamos ler em sala de aula?”, opina. Por fim, não se pode abrir mão de acompanhar o desenvolvimento dos meninos para garantir que a falta de interesse não seja fruto de possíveis dificuldades de concentração e aprendizagem.

Nomofobia: vício em estar conectado ao celular

Créditos: Pixabay

Atualmente, o celular é um item essencial para a rotina de qualquer pessoa, seja para o trabalho, comunicação, pesquisa, estudos ou até para o lazer. Entretanto, seu uso deve ser moderado, e a dependência do aparelho, controlada, para não haver excessos. Um estudo realizado no Brasil pelo Departamento de Medicina Comunitária do Instituto de Ciências Médicas de Derhandun, Uttarakhand e do Departamento de Medicina Comunitária de PGIMER, Chandigarh, na Índia, revelou que 68% dos participantes relataram dependência do aparelho.

De acordo com a psiquiatra e professora do curso de Medicina da Universidade Positivo, Raquel Heep, ansiedade, depressão, solidão, angústia, palpitações, falta de ar e dor de cabeça são alguns dos sintomas da nomofobia. “Ela pode ser uma causa, por exemplo, de problemas de ansiedade, transtornos de pânico, insônia, além de outras consequências físicas e mentais”, esclarece. “É comum haver pessoas que acordam durante a noite para checar o celular, o que afeta na qualidade de sono. Também tem quem leve o aparelho para o banheiro, para a hora da refeição e inclusive para o lazer”, complementa Raquel. Segundo ela, essas ações devem acender uma luz vermelha nos hábitos para que não se tornem vícios. "Como o apego pelo smartphone é muito grande na maioria das pessoas, o ideal é usá-lo cada vez menos para gerar o mínimo de ansiedade pela falta do item durante a rotina", salienta.

Em alguns casos, é necessário o uso de medicamentos prescritos por psiquiatras, já que se trata de uma doença bem específica da área da saúde mental. “Muitas vezes, é preciso associar com psicoterapia, relacionar a medidas de higiene de sono, adequar rotinas, colocar limites no uso do aparelho celular para o trabalho e até mesmo para o lazer”, completa a especialista.

terça-feira, 23 de novembro de 2021

Dicas fáceis e baratas para deixar a casa fresquinha no verão

 

Para o início oficial do verão, no dia 21 de dezembro, ainda faltam muitos dias, mas as altas temperaturas nas últimas semanas em diversas regiões do estado indicam mais uma temporada muito quente. Seja em casa ou no trabalho, há várias medidas que podem ser adotadas para que o ambiente fique agradável e mais fresco. E o melhor, sem grandes investimentos de tempo ou dinheiro. Cristina Cardoso, arquiteta dos apartamentos decorados da Yticon, construtora do Grupo A.Yoshii, lista algumas soluções rápidas, baratas e acessíveis para deixar a casa mais fresquinha.

Cortinas
Nas paredes e fachadas nas quais o sol incide mais forte – como nas faces leste e oeste –, a dica é filtrar a irradiação com cortinas de tecidos leves ou tela solar, que, geralmente, é feita de material sintético, porém, com “furinhos”. Esse detalhe permite que o ar circule no ambiente, ao mesmo tempo em que funciona como barreira aos raios solares. “Já em fachadas de vidro voltadas para o lado que recebe sol diretamente, vale apostar em películas que filtrem os raios solares e refletem parte do calor. Nesse caso, haverá alteração visual na fachada, por isso, a importância do acompanhamento de um profissional”, diz a arquiteta, lembrando que, em alguns condomínios, ainda é preciso consultar o regimento interno para essa alteração.

Ainda com relação às cortinas, Cristina sugere que se dê preferência aos tecidos leves, naturais e de cores claras. “Além da função de filtros solares, essas cortinas passam a sensação de ambiente mais arejado e fresco. Contudo, isso também vale para sofás, tapetes, almofadas e demais elementos com superfícies estofadas.” Os tecidos naturais como algodão, sarja e linho são sempre recomendados em locais mais quentes, além de serem mais agradáveis ao toque e muito mais frescos e aconchegantes que os tecidos sintéticos. “É bom sempre investir em cores mais frias e tons claros, como branco, cinza claro, azul, verde. Já nas cores mais quentes é importante dosar com mais delicadeza, com cores como o alaranjado e amarelo”, pontua a arquiteta.

Plantas naturais
As plantas naturais também têm papel fundamental para deixar um ambiente fresquinho. Seja dentro ou fora de casa, as plantas ajudam a renovar o ar, a manter a umidade, além de serem bonitas e perfumadas. “Nas varandas, a dica é investir em vasos de diferentes alturas, preferencialmente feitos em cerâmica, que mantêm por mais tempo a umidade da terra, ajudam a filtrar o sol e levam frescor para dentro de qualquer lugar.” O perfume das plantas pode ser realçado por aromatizadores. No verão, a orientação é usar aromas mais leves e cítricos.

Decoração fresquinha
Na decoração, nem sempre é fácil mudar a cor de um sofá, por exemplo. No entanto, as almofadas, roupas de cama e objetos podem e devem ser trocados conforme a época do ano para proporcionarem um ambiente mais adequado à temperatura atual. “As mantas de tricô e pelegos dão lugar ao algodão, com estampas floridas e suaves. Com criatividade, é possível transformar a casa de acordo com a temporada sem gastar muito”, exemplifica a arquiteta. Nesse sentido, quando possível, a recomendação é também substituir ou retirar os tapetes do ambiente para deixar o piso mais arejado. “Seja porcelanato, vinílico ou laminado de madeira, pode-se colocar tapetes menores, de tecidos mais finos e naturais para que o ambiente fique mais aconchegante.”

Detalhes
De acordo com a profissional, com a alteração de apenas alguns detalhes, é possível compor um ambiente mais leve. “Simples e acessível é usar o que já temos, com pequenas adequações e soluções criativas, como decorar paredes e mesas com leques que, além de bonitos, também são funcionais.” Quem está disposto a investir um pouco, pode escolher alguns objetos com design, material e cores mais suaves, como vidro ou, ainda, mudar as paredes com pintura nova ou colocar algum revestimento frio, como pastilha de porcelana, cerâmica e porcelanato. “Outro detalhe é que a iluminação também pode colaborar com a temperatura do ambiente. Para isso, o melhor é usar ao máximo a luz natural e, quando se fizer necessária a luz elétrica, o ideal é usar lâmpadas frias de LED e de cores neutras”, sugere.

Ventilação

Na ausência de ar refrigerado ou ventiladores para climatizar o ambiente, a sugestão é que cômodos estejam bem arejados com ventilação natural. Para isso, a dica é deixar portas e janelas abertas para que o ar circule livremente. Deixar espaços livres e desobstruídos são essenciais para que uma simples brisa de fim de tarde leve embora o ar pesado e traga renovação e frescor para dentro de casa. “Para isso é importante que todas as portas e janelas que dão acesso ao exterior sejam ao menos parcialmente abertas, principalmente as que possuem a face voltada para norte e sul, onde a incidência de sol é mínima”, alerta a arquiteta.

Hábitos
Além de objetos e decoração, alguns hábitos contribuem muito para uma casa mais agradável nos dias quentes, mantendo-a sempre limpa e perfumada. “É muito prazeroso poder andar descalço em casa nos dias mais quentes.” Na cozinha, também podemos nos preparar deixando à disposição água gelada, saborizada com pedaços de frutas e ervas, dar preferência aos alimentos mais leves e de cocção rápida, já que um fogão ou forno usado por muito tempo é fonte de calor e pode deixar os ambientes desconfortáveis. “E quem dispõe de áreas abertas, deve aproveitar esses espaços de varandas, terraços e jardins porque eles são aliados do bem-estar em dias quentes”, conclui Cristina Cardoso, arquiteta dos apartamentos decorados da Yticon, construtora do Grupo A.Yoshii.

Benefícios da bebida vegetal orgânica


As bebidas vegetais têm conquistado cada vez mais espaço na mesa dos brasileiros. Essa tendência do novo hábito alimentar extrapolou sua antes tímida presença nas prateleiras dos supermercados. Mais que uma alternativa de consumo para pessoas intolerantes à lactose ou com alergia à proteína do leite, o segmento de bebidas vegetais evoluiu exponencialmente. Segundo dados do Euromonitor Internacional, a categoria cresceu 860% em 2019 e estima-se que possa aumentar 150% até 2024. Pode-se afirmar que as bebidas vegetais, hoje, são uma opção mais saudável e sustentável para os consumidores atentos aos hábitos alimentares, além de oferecer uma pluralidade de opções inovadoras à base de cereais, frutos, sementes oleaginosas e leguminosas.

A Jasmine Alimentos, empresa paranaense líder no segmento de alimentação saudável e pioneira na comercialização de bebidas à base de plantas no país, aposta nessa tendência desde 2010 e oferece uma variedade de seis bebidas vegetais batizadas de BIOV’s em duas versões: líquida e em pó para diluir. Os sabores da bebida líquida são: Arroz com Amêndoas, Arroz com Cálcio e Aveia com Cálcio, enquanto os sabores em pó dividem-se em Original, Arroz com Coco e Arroz com Aveia. Inovadoras e saudáveis, as bebidas vegetais apresentam melhor biodisponibilidade – proporção de nutrientes que de fato são digeridos e absorvidos pelo organismo – e menores impactos ao meio ambiente.

A saudabilidade dos BIOV’s
Os componentes ativos presentes nos BIOV’s são cereais integrais e sementes oleaginosas. Desta forma, cada opção do portfólio da marca apresenta uma composição nutricional específica, com concentração de vitaminas, minerais, proteínas, compostos ativos e fibras distintos e de acordo com o ingrediente de base. Além das propriedades nutricionais dos sabores de aveia, amêndoa, coco e arroz, as bebidas líquidas Arroz e Aveia são enriquecidas com cálcio vegetal (Lithothamnium Calcareum) à base de algas, assegurando um produto ainda mais completo.

Dentre os benefícios em aderir a bebida feita à base de plantas, destacam-se as propriedades anti-inflamatórias e fácil digestibilidade. As bebidas vegetais ainda são livres de colesterol, têm potencial alergênico reduzido visto que não possuem caseína e ainda não apresentam gorduras saturadas, sendo de fácil digestibilidade. “É importante que o consumidor verifique o rótulo do produto e certifique-se que a bebida vegetal não tenha aditivos, como adoçantes, corantes, aromatizantes e conservantes. Uma outra dica é, quando possível, escolher as bebidas orgânicas livres de agrotóxicos, a fim de garantir maior teor nutricional”, detalha dra. Karla Maciel, nutricionista e consultora da Jasmine Alimentos.

Reforçando sua responsabilidade social e segurança alimentar, as bebidas da Jasmine Alimentos não levam leite na composição, tampouco têm risco de contaminação de lactose. “Nossos produtos são integralmente clean label, sem adição de aditivos artificiais, açúcares ou conservantes. Eles são orgânicos certificados e adotamos especial cuidado na elaboração, processo de envase e rotulagem para entregar um produto seguro, explicativo e nutricionalmente completo para nosso cliente”, complementa Melissa Gomide Carpi, gerente de P&D da empresa.

Uma bebida ecológica

Superando os benefícios nutricionais, as bebidas vegetais causam menos impactos ao meio ambiente. Isso se deve ao fato de a indústria agropecuária leiteira ser uma das atividades que mais gera impacto na natureza com altos índices de emissão de gases do efeito estufa, além de consideráveis usos de terra e água.

Segundo um estudo feito pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, a produção de um copo de leite gera quase três vezes mais emissões de gases do efeito estufa que qualquer alternativa vegetal.