De uma paixão despertada pelos relógios do pai e do avô à criação do maior canal mundial de relojoaria em língua portuguesa. A trajetória de Leandro Amorim acompanha o próprio crescimento do interesse dos brasileiros por relógios, colecionismo, design, mecanismos, modelos vintage e marcas nacionais.
Criador do canal GMT-3 e um dos nomes mais respeitados do segmento no Brasil, Leandro tornou-se referência entre entusiastas, colecionadores, fabricantes e representantes da indústria relojoeira. Agora, ele está à frente de um movimento que pretende colocar definitivamente o país no circuito dos grandes encontros dedicados à relojoaria.
Nos dias 21 e 22 de agosto de 2026, São Paulo recebe a segunda edição do Brasil Watch Show, no WTC Events Center. Com mais de 40 marcas expressivas já confirmadas, o evento reunirá lançamentos, experiências, palestras, rodas de conversa, exposição e comercialização de relógios, além de conteúdos sobre história, engenharia, design, inovação, estilo e mercado.
Com capacidade para receber até 1.500 visitantes por dia, o encontro nasceu, já em sua primeira edição, como o maior evento brasileiro do segmento voltado ao consumidor final. Em 2026, amplia sua estrutura e participação para se consolidar como o maior evento de relojoaria da América do Sul.
De entusiasta a referência na relojoaria
O interesse de Leandro Amorim pela relojoaria surgiu muito antes da criação do canal GMT-3. A paixão nasceu dentro de casa, por influência do pai e do avô.
“Meu pai costumava me dar relógios em momentos especiais da minha vida. Meu avô também gostava muito e tinha um Mido cronógrafo antigo, que eu admirava enquanto ele me explicava como funcionava. Foi assim que essa paixão começou e cresceu”, recorda.
Ao procurar informações sobre modelos, mecanismos, marcas e características das peças, Leandro percebeu que havia pouco conteúdo especializado disponível em português. Dessa lacuna surgiu, há cerca de dez anos, o GMT-3, inicialmente como um hobby e, posteriormente, como negócio e referência para os interessados no setor.
“O canal levou quase quatro anos para chegar aos primeiros mil inscritos, porque naquela época havia pouco interesse e quase nenhuma informação disponível no Brasil. Aos poucos, a comunidade cresceu e o GMT-3 se tornou nossa vida profissional”, conta.
Hoje, Leandro é uma das principais fontes brasileiras para assuntos relacionados à relojoaria. Além de apresentar modelos e lançamentos, ele aborda temas como movimentos, história das marcas, conservação, custo-benefício, tendências e os critérios que devem ser considerados na escolha de um relógio.
Para ele, relógios não são apenas acessórios ou objetos de consumo. São peças capazes de registrar conquistas, atravessar gerações e preservar memórias familiares.
“O maior patrimônio construído ao longo desses anos foi a credibilidade. Sempre procuro mostrar tanto os pontos positivos quanto eventuais limitações de cada relógio, para que a pessoa saiba exatamente o que está adquirindo. Essa confiança é inegociável, por que além de prestar informações que sejam fiéis, busco deixar claro que se cheguei até onde cheguei foi pela Graça de Deus e isso precisa se refletir nessa confiança”, afirma.
Uma feira para aproximar o público da relojoaria
O Brasil Watch Show foi criado a partir da percepção de que a comunidade brasileira interessada em relógios havia crescido significativamente, mas ainda permanecia concentrada, sobretudo, no ambiente digital.
“À medida que o canal foi crescendo, percebemos que existia um público muito grande, mas ainda essencialmente digital. Havia muitas pessoas falando sobre relógios no YouTube e no Instagram, porém faltava um espaço em que elas pudessem se encontrar, ver os relógios de perto, ouvir suas histórias, experimentar as peças e viver essa experiência de maneira sensorial”, explica Amorim.
A primeira edição foi realizada em agosto de 2025, em São Paulo, ainda com o nome GMT-3 Watch Fair. Inspirado em eventos internacionais, o encontro reuniu marcas, criadores de conteúdo, profissionais do setor, colecionadores e consumidores finais em um formato até então pouco explorado no país.
“No Brasil já existiam eventos de marcas e distribuidores voltados aos lojistas, mas faltava uma experiência pensada para o consumidor final. Queríamos criar um espaço em que qualquer pessoa pudesse chegar perto dos relógios, colocar uma peça no pulso, conversar com quem entende do assunto e descobrir esse universo sem constrangimento”, afirma.
Depois da repercussão da estreia, o projeto ganhou identidade própria e passou a se chamar Brasil Watch Show. A mudança acompanha a intenção de transformar a feira em uma plataforma independente e abrangente, aberta à participação de diferentes marcas, influenciadores, especialistas e representantes do mercado nacional e internacional.
Experiência para colecionadores e apaixonados
Uma das principais características do Brasil Watch Show é a possibilidade de receber tanto colecionadores experientes quanto visitantes que nunca tiveram contato próximo com a alta relojoaria.
Na primeira edição, algumas pessoas encontraram no evento a primeira oportunidade de experimentar relógios de marcas consagradas. A experiência reforçou a proposta de tornar esse universo mais próximo e acessível.
“Existem pessoas que precisam ver, tocar e experimentar antes de escolher. Às vezes, o relógio parece grande na fotografia, mas fica perfeito no pulso. Em outras situações, a pessoa descobre um estilo ou uma marca que nem sequer conhecia. O evento permite essa aproximação”, explica Leandro.
Durante o encontro, os visitantes poderão conhecer modelos de diferentes estilos e faixas de preço, conversar diretamente com representantes das marcas, experimentar peças, acompanhar novidades e compreender melhor aspectos técnicos, históricos e estéticos da relojoaria.
Embora a comercialização faça parte da feira, a experiência não ficará restrita às vendas. O público encontrará conteúdos sobre história, design, produção, estilo, inovação e mercado, além de lançamentos e ativações promovidas pelos expositores. Também estão previstos sorteios realizados pelas marcas participantes.
Presença feminina na relojoaria
Entre as novidades da edição de 2026 está o Espaço Mulher, criado depois que a organização identificou uma presença feminina maior do que a esperada na estreia.
Anne Amorim, uma das organizadoras do Brasil Watch Show, conta que o público do canal GMT-3 era aproximadamente 96% masculino. Por isso, na primeira edição, a expectativa era receber poucas mulheres. A realidade encontrada durante o evento mostrou a necessidade de desenvolver uma experiência mais acolhedora e representativa.
“Vi muitas mulheres acompanhando seus maridos e familiares, mas sem uma programação pensada para elas. Comecei a conversar individualmente e perguntar o que gostariam de encontrar em uma próxima edição. A partir dessas respostas, criamos o Espaço Mulher”, explica Anne.
O ambiente contará com rodas de conversa, palestras e conteúdos relacionados a relógios, estilo, design e presença feminina no setor. Entre as convidadas anunciadas está uma designer que virá da Suíça para abordar a história das mulheres na relojoaria. Também estão previstos conteúdos com consultoria de estilo e orientações para quem deseja escolher, usar ou presentear com relógios.
“É um projeto que começa aos poucos, porque o mercado ainda é predominantemente masculino. Queremos ajudar as mulheres a perceber que também existe um universo relojoeiro para elas. Muitas vezes, a pessoa acredita que não gosta de relógios porque ainda não encontrou o modelo, o tamanho ou o estilo com o qual realmente se identifica”, observa Anne.
O espaço também pretende acolher mulheres que preferem relógios tradicionalmente classificados como masculinos, comportamento cada vez mais presente na relojoaria contemporânea.
“Não se trata apenas de criar uma área para a mulher que acompanha alguém apaixonado por relógios. Queremos que ela também possa descobrir suas preferências, aprender e viver o evento como protagonista”, destaca.
A programação completa, com os horários das palestras, rodas de conversa, experiências e demais atividades, será divulgada nos canais oficiais do Brasil Watch Show. Os ingressos são limitados e podem ser adquiridos para sexta-feira, sábado ou para os dois dias de evento.
Serviço:
Brasil Watch Show 2026
Datas e horários:
21 de agosto de 2026, sexta-feira, das 13h às 21h
22 de agosto de 2026, sábado, das 9h às 17h
Local: WTC Events Center
Avenida das Nações Unidas, 12.551 – Brooklin Novo
São Paulo – SP
Ingressos: Disponíveis para sexta-feira, sábado ou para os dois dias, conforme a disponibilidade de cada lote.
Valores: Variam conforme a modalidade, o lote vigente e as condições de meia-entrada. Os valores atualizados são apresentados diretamente na plataforma de vendas.
Informações e inscrições: brasilwatchshow.com
Venda de ingressos: sympla.com.br/evento/brasil-watch-show-2026/3302008
Capacidade: Até 1.500 visitantes por dia.
Programação: Exposição e comercialização de relógios, lançamentos, experiências com marcas, palestras, rodas de conversa, conteúdos sobre história, design, engenharia, estilo e inovação, sorteios e Espaço Mulher. A grade completa será divulgada pelos organizadores.
Instagram: @brasilwatchshow
Foto: Ramede Felix
quarta-feira, 19 de agosto de 2026
Brasil Watch Show reunirá mais de 40 marcas
De uma paixão despertada pelos relógios do pai e do avô à criação do maior canal mundial de relojoaria em língua portuguesa. A trajetória de Leandro Amorim acompanha o próprio crescimento do interesse dos brasileiros por relógios, colecionismo, design, mecanismos, modelos vintage e marcas nacionais.
Criador do canal GMT-3 e um dos nomes mais respeitados do segmento no Brasil, Leandro tornou-se referência entre entusiastas, colecionadores, fabricantes e representantes da indústria relojoeira. Agora, ele está à frente de um movimento que pretende colocar definitivamente o país no circuito dos grandes encontros dedicados à relojoaria.
Nos dias 21 e 22 de agosto de 2026, São Paulo recebe a segunda edição do Brasil Watch Show, no WTC Events Center. Com mais de 40 marcas expressivas já confirmadas, o evento reunirá lançamentos, experiências, palestras, rodas de conversa, exposição e comercialização de relógios, além de conteúdos sobre história, engenharia, design, inovação, estilo e mercado.
Com capacidade para receber até 1.500 visitantes por dia, o encontro nasceu, já em sua primeira edição, como o maior evento brasileiro do segmento voltado ao consumidor final. Em 2026, amplia sua estrutura e participação para se consolidar como o maior evento de relojoaria da América do Sul.
De entusiasta a referência na relojoaria
O interesse de Leandro Amorim pela relojoaria surgiu muito antes da criação do canal GMT-3. A paixão nasceu dentro de casa, por influência do pai e do avô.
“Meu pai costumava me dar relógios em momentos especiais da minha vida. Meu avô também gostava muito e tinha um Mido cronógrafo antigo, que eu admirava enquanto ele me explicava como funcionava. Foi assim que essa paixão começou e cresceu”, recorda.
Ao procurar informações sobre modelos, mecanismos, marcas e características das peças, Leandro percebeu que havia pouco conteúdo especializado disponível em português. Dessa lacuna surgiu, há cerca de dez anos, o GMT-3, inicialmente como um hobby e, posteriormente, como negócio e referência para os interessados no setor.
“O canal levou quase quatro anos para chegar aos primeiros mil inscritos, porque naquela época havia pouco interesse e quase nenhuma informação disponível no Brasil. Aos poucos, a comunidade cresceu e o GMT-3 se tornou nossa vida profissional”, conta.
Hoje, Leandro é uma das principais fontes brasileiras para assuntos relacionados à relojoaria. Além de apresentar modelos e lançamentos, ele aborda temas como movimentos, história das marcas, conservação, custo-benefício, tendências e os critérios que devem ser considerados na escolha de um relógio.
Para ele, relógios não são apenas acessórios ou objetos de consumo. São peças capazes de registrar conquistas, atravessar gerações e preservar memórias familiares.
“O maior patrimônio construído ao longo desses anos foi a credibilidade. Sempre procuro mostrar tanto os pontos positivos quanto eventuais limitações de cada relógio, para que a pessoa saiba exatamente o que está adquirindo. Essa confiança é inegociável, por que além de prestar informações que sejam fiéis, busco deixar claro que se cheguei até onde cheguei foi pela Graça de Deus e isso precisa se refletir nessa confiança”, afirma.
Uma feira para aproximar o público da relojoaria
O Brasil Watch Show foi criado a partir da percepção de que a comunidade brasileira interessada em relógios havia crescido significativamente, mas ainda permanecia concentrada, sobretudo, no ambiente digital.
“À medida que o canal foi crescendo, percebemos que existia um público muito grande, mas ainda essencialmente digital. Havia muitas pessoas falando sobre relógios no YouTube e no Instagram, porém faltava um espaço em que elas pudessem se encontrar, ver os relógios de perto, ouvir suas histórias, experimentar as peças e viver essa experiência de maneira sensorial”, explica Amorim.
A primeira edição foi realizada em agosto de 2025, em São Paulo, ainda com o nome GMT-3 Watch Fair. Inspirado em eventos internacionais, o encontro reuniu marcas, criadores de conteúdo, profissionais do setor, colecionadores e consumidores finais em um formato até então pouco explorado no país.
“No Brasil já existiam eventos de marcas e distribuidores voltados aos lojistas, mas faltava uma experiência pensada para o consumidor final. Queríamos criar um espaço em que qualquer pessoa pudesse chegar perto dos relógios, colocar uma peça no pulso, conversar com quem entende do assunto e descobrir esse universo sem constrangimento”, afirma.
Depois da repercussão da estreia, o projeto ganhou identidade própria e passou a se chamar Brasil Watch Show. A mudança acompanha a intenção de transformar a feira em uma plataforma independente e abrangente, aberta à participação de diferentes marcas, influenciadores, especialistas e representantes do mercado nacional e internacional.
Experiência para colecionadores e apaixonados
Uma das principais características do Brasil Watch Show é a possibilidade de receber tanto colecionadores experientes quanto visitantes que nunca tiveram contato próximo com a alta relojoaria.
Na primeira edição, algumas pessoas encontraram no evento a primeira oportunidade de experimentar relógios de marcas consagradas. A experiência reforçou a proposta de tornar esse universo mais próximo e acessível.
“Existem pessoas que precisam ver, tocar e experimentar antes de escolher. Às vezes, o relógio parece grande na fotografia, mas fica perfeito no pulso. Em outras situações, a pessoa descobre um estilo ou uma marca que nem sequer conhecia. O evento permite essa aproximação”, explica Leandro.
Durante o encontro, os visitantes poderão conhecer modelos de diferentes estilos e faixas de preço, conversar diretamente com representantes das marcas, experimentar peças, acompanhar novidades e compreender melhor aspectos técnicos, históricos e estéticos da relojoaria.
Embora a comercialização faça parte da feira, a experiência não ficará restrita às vendas. O público encontrará conteúdos sobre história, design, produção, estilo, inovação e mercado, além de lançamentos e ativações promovidas pelos expositores. Também estão previstos sorteios realizados pelas marcas participantes.
Presença feminina na relojoaria
Entre as novidades da edição de 2026 está o Espaço Mulher, criado depois que a organização identificou uma presença feminina maior do que a esperada na estreia.
Anne Amorim, uma das organizadoras do Brasil Watch Show, conta que o público do canal GMT-3 era aproximadamente 96% masculino. Por isso, na primeira edição, a expectativa era receber poucas mulheres. A realidade encontrada durante o evento mostrou a necessidade de desenvolver uma experiência mais acolhedora e representativa.
“Vi muitas mulheres acompanhando seus maridos e familiares, mas sem uma programação pensada para elas. Comecei a conversar individualmente e perguntar o que gostariam de encontrar em uma próxima edição. A partir dessas respostas, criamos o Espaço Mulher”, explica Anne.
O ambiente contará com rodas de conversa, palestras e conteúdos relacionados a relógios, estilo, design e presença feminina no setor. Entre as convidadas anunciadas está uma designer que virá da Suíça para abordar a história das mulheres na relojoaria. Também estão previstos conteúdos com consultoria de estilo e orientações para quem deseja escolher, usar ou presentear com relógios.
“É um projeto que começa aos poucos, porque o mercado ainda é predominantemente masculino. Queremos ajudar as mulheres a perceber que também existe um universo relojoeiro para elas. Muitas vezes, a pessoa acredita que não gosta de relógios porque ainda não encontrou o modelo, o tamanho ou o estilo com o qual realmente se identifica”, observa Anne.
O espaço também pretende acolher mulheres que preferem relógios tradicionalmente classificados como masculinos, comportamento cada vez mais presente na relojoaria contemporânea.
“Não se trata apenas de criar uma área para a mulher que acompanha alguém apaixonado por relógios. Queremos que ela também possa descobrir suas preferências, aprender e viver o evento como protagonista”, destaca.
A programação completa, com os horários das palestras, rodas de conversa, experiências e demais atividades, será divulgada nos canais oficiais do Brasil Watch Show. Os ingressos são limitados e podem ser adquiridos para sexta-feira, sábado ou para os dois dias de evento.
Serviço:
Brasil Watch Show 2026
Datas e horários:
21 de agosto de 2026, sexta-feira, das 13h às 21h
22 de agosto de 2026, sábado, das 9h às 17h
Local: WTC Events Center
Avenida das Nações Unidas, 12.551 – Brooklin Novo
São Paulo – SP
Ingressos: Disponíveis para sexta-feira, sábado ou para os dois dias, conforme a disponibilidade de cada lote.
Valores: Variam conforme a modalidade, o lote vigente e as condições de meia-entrada. Os valores atualizados são apresentados diretamente na plataforma de vendas.
Informações e inscrições: brasilwatchshow.com
Venda de ingressos: sympla.com.br/evento/brasil-watch-show-2026/3302008
Capacidade: Até 1.500 visitantes por dia.
Programação: Exposição e comercialização de relógios, lançamentos, experiências com marcas, palestras, rodas de conversa, conteúdos sobre história, design, engenharia, estilo e inovação, sorteios e Espaço Mulher. A grade completa será divulgada pelos organizadores.
Instagram: @brasilwatchshow
Foto: Ramede Felix
Inscrições para o maior show de talentos do Paraná terminam neste domingo
As inscrições para a 4ª temporada do The Singer Show estão nos últimos dias. Cantores amadores e semiprofissionais têm até as 23h59 deste domingo, dia 23 de agosto, para garantir a participação pelo site thesingershow.com.br. A competição reunirá 84 talentos na DHouse Curitiba e distribuirá R$ 15 mil em prêmios.
A disputa acontece entre 2 de setembro e 18 de novembro, com apresentações avaliadas por jurados e voto popular. Nas etapas eliminatórias, o participante pode usar playback ou instrumento próprio. Já a grande final terá os 10 selecionados cantando acompanhados por uma banda ao vivo. O projeto é comandado pelos produtores e apresentadores Marcelo Mendes e Handerson Banks.
Detalhes da competição:
Vagas: 80 selecionadas por curadoria e 4 pelo projeto The Singer na Rua.
Devolução da taxa: Caso não seja selecionado na curadoria, o valor da taxa é reembolsado integralmente.
Premiação: R$ 7 mil para o 1º lugar; R$ 4 mil para o 2º; R$ 2,5 mil para o 3º; R$ 1 mil para o 4º; R$ 500 para o 5º lugar.
Serviço
The Singer Show
Inscrições: Até domingo, 23 de agosto de 2026
Taxa: R$ 125
Quem pode participar: Cantores amadores e semiprofissionais a partir de 16 anos
Local das apresentações: DHouse Curitiba (Rua José Sikorski, 46, Santo Inácio)
Informações e regulamento: thesingershow.com.br | Instagram: @thesingershow
A disputa acontece entre 2 de setembro e 18 de novembro, com apresentações avaliadas por jurados e voto popular. Nas etapas eliminatórias, o participante pode usar playback ou instrumento próprio. Já a grande final terá os 10 selecionados cantando acompanhados por uma banda ao vivo. O projeto é comandado pelos produtores e apresentadores Marcelo Mendes e Handerson Banks.
Detalhes da competição:
Vagas: 80 selecionadas por curadoria e 4 pelo projeto The Singer na Rua.
Devolução da taxa: Caso não seja selecionado na curadoria, o valor da taxa é reembolsado integralmente.
Premiação: R$ 7 mil para o 1º lugar; R$ 4 mil para o 2º; R$ 2,5 mil para o 3º; R$ 1 mil para o 4º; R$ 500 para o 5º lugar.
Serviço
The Singer Show
Inscrições: Até domingo, 23 de agosto de 2026
Taxa: R$ 125
Quem pode participar: Cantores amadores e semiprofissionais a partir de 16 anos
Local das apresentações: DHouse Curitiba (Rua José Sikorski, 46, Santo Inácio)
Informações e regulamento: thesingershow.com.br | Instagram: @thesingershow
Quintal do Monge segue comemorando 13 anos com música e combos especiais
Nesta quinta-feira (20), o Duo Jam Class chega ao Quintal do Monge com uma apresentação que passeia pela bossa nova e pelo jazz, reunindo clássicos de grandes nomes da música brasileira e internacional.
O repertório inclui obras de John Coltrane, Charlie Parker, Tom Jobim, João Gilberto, Frank Sinatra e Ella Fitzgerald, em uma apresentação que combina diferentes vertentes do jazz e da música brasileira.
A programação integra o mês de aniversário de 13 anos do Quintal do Monge, que também preparou combos especiais de aniversário. Entre as opções estão o tradicional pão com bolinho; o fish and chips acompanhado de dois chopps lager de 300 ml; e a carne de onça individual acompanhada de um chopp lager de 500 ml.
Outro destaque do cardápio é o eisbein, tradicional joelho de porco, servido com arroz, purê de maçã e repolho agridoce.
Serviço
Quintal do Monge
Rua Claudino dos Santos, 24 – São Francisco (Largo da Ordem) – Curitiba/PR
Horários:
Segunda a sábado, das 11h às 24h
Domingos, das 11h às 20h
Entrada livre
Informações e reservas: (41) 3232-5679
Instagram: @quintaldomonge
Livro aborda transtornos do neurodesenvolvimento e aprendizagem em crianças
Unir o rigor científico à sensibilidade da narrativa infantil para dar voz à diversidade. Com este propósito, o livro “Senta, Davi!! – Um livro sobre transtornos do neurodesenvolvimento e aprendizagem” (Ed. Lado A, 44 páginas, R$ 65) será lançado no próximo dia 15 de agosto (sábado), às 10h, no Solar da Cultura, da Fundação Cultural de Curitiba [Rua Dr. Claudino dos Santos, 142, Largo da Ordem].
Escrita de forma colaborativa por 20 especialistas – entre eles 5 paranaenses: Bianca Bussolari Cooper, Carolina Dresch, Debora Cristina Przybysz, Simone Gebran Schirmer e Veronicka Seegmueller-, a obra utiliza a trajetória de um menino curioso, intenso e cheio de perguntas para apresentar estratégias e mediações essenciais diante dos desafios de aprendizagem e do neurodesenvolvimento no cotidiano escolar e familiar.
O formato garante que o leitor receba não apenas uma história acolhedora, mas uma ferramenta pedagógica multifacetada, unindo diferentes perspectivas e experiências reais do neurodesenvolvimento no cotidiano infantil.
Para todos os públicos
Ao longo da narrativa, o leitor poderá ampliar o diálogo sobre inclusão, além de exercitar a escuta atenta e o acolhimento, respeitando as singularidades e a importância de compreender antes de rotular. A estrutura da obra facilita a conexão com o conteúdo e possibilita reflexões sobre os diferentes transtornos do neurodesenvolvimento e aprendizagem.
O livro é indicado principalmente para pais, educadores, profissionais da saúde e famílias que convivem com crianças com transtornos do neurodesenvolvimento, mas também pode ser lido por jovens e adultos que desejam compreender melhor o tema.
O diferencial é oferecer uma ferramenta que fala a língua da criança, respeita a Psicopedagogia e acolhe o coração do educador, provando que é possível ser tecnicamente sério e emocionalmente generoso ao mesmo tempo.
A obra apresenta uma história única, mas cada capítulo — ricamente ilustrado por Augusto Figliaggi — traz uma nova situação, permitindo que os leitores acompanhem a evolução do personagem e sua aprendizagem ao longo da jornada.
Acessibilidade afetiva
Idealizado pela Editora Lado A e coordenado pela psicopedagoga Alessandra Porto Schiessel, o projeto nasceu da necessidade de oferecer um material acessível à “tríade educacional”: pais, professores e profissionais da saúde. O diferencial da publicação é a chamada “acessibilidade afetiva”, que desloca o foco do diagnóstico para a experiência da criança.
“O livro não romantiza as dificuldades, ele as humaniza. Mostramos que, por trás de cada laudo, existe uma criança que deseja ser compreendida. Transformamos temas densos em pontes”, destaca Alessandra.
Segundo a coordenadora, enquanto muitos livros focam apenas no diagnóstico (o “o que a criança tem”), o ‘Senta, Davi!!’ foca na experiência (o “como a criança se sente”). “Pegamos temas complexos — que muitas vezes desafiam famílias e paralisam professores — e os transformamos em acolhimento”, complementa.
Estrutura colaborativa e interativa
A narrativa é o fio condutor que une os capítulos. Cada um dos 20 autores — com atuação em diversos estados brasileiros — contribui com sua experiência prática em áreas como psicologia, fonoaudiologia, terapia ocupacional e psicopedagogia.
Através das vivências do personagem Davi, o leitor é convidado a compreender transtornos como dislexia mista, transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH), ansiedade, transtorno opositor desafiador (TOD) e inflexibilidade cognitiva, sem o peso dos rótulos. A obra ainda aposta na tecnologia para expandir o conteúdo: QR Codes espalhados pelas páginas direcionam o leitor para vídeos com os coautores, aprofundando o diálogo sobre a inclusão.
Lacuna no mercado
Para André Greca, editor da Lado A Editorial, o livro preenche uma lacuna importante no mercado editorial brasileiro por tratar temas complexos com ludicidade.
“Entendemos que ‘Senta, Davi!!’ tem um papel fundamental ao oferecer suporte real. Assim como ‘Olivia’ e ‘Rick – Um livro sobre habilidades sociais’, que tratam sobre autismo e habilidades comportamentais, esta obra oferece suporte real a pais e educadores. Quando compreendemos as diferenças, deixamos de exigir que a criança se encaixe e começamos a construir um mundo em que ela se sinta verdadeiramente pertencente”, enfatiza Greca.
O livro é recomendado para crianças a partir de 6 anos e estará disponível para venda após o lançamento nas principais livrarias e plataformas digitais. No mês de maio a obra foi lançada em Joinville (SC) sendo considerada um sucesso pelo público leitor.
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