O ousado espaço Café da Casa Cor Paraná 2010, assinado pelo arquiteto curitibano Jorge Elmor, quer ganhar a rua e clientes. A ideia de Elmor é encontrar um investidor para transformar a cafeteria da principal mostra de arquitetura do Estado num espaço funcional. “Trabalhamos com as melhores marcas para a construção do Café. Nossa meta é conquistar um investidor que tope casar a ideia de construir uma cafeteria a partir dos materiais e móveis instalados neste espaço”, comenta. O projeto chama a atenção ao fazer uma reflexão sobre a relação do ser humano com o planeta em que vive. Ele criou um universo antagônico, capaz de levar o visitante ao inferno e ao céu. Neste mix de dois planos, o arquiteto propõe um sincretismo entre diversas influências religiosas e crenças. Para Elmor, a necessidade de mostrar o quanto o planeta precisa da atenção dos habitantes formou uma simbiose entre os elementos apresentados. “O ambiente é mais que uma exposição de móveis, esculturas e obras de arte. Esta oportunidade trata da forma como vivemos e como pretendemos continuar na terra. Dar continuidade a esta ideia é uma forma de continuar a conscientizar os futuros clientes desta cafeteria”, finaliza.
terça-feira, 29 de junho de 2010
Café da Casa Cor Paraná 2010 a venda
O ousado espaço Café da Casa Cor Paraná 2010, assinado pelo arquiteto curitibano Jorge Elmor, quer ganhar a rua e clientes. A ideia de Elmor é encontrar um investidor para transformar a cafeteria da principal mostra de arquitetura do Estado num espaço funcional. “Trabalhamos com as melhores marcas para a construção do Café. Nossa meta é conquistar um investidor que tope casar a ideia de construir uma cafeteria a partir dos materiais e móveis instalados neste espaço”, comenta. O projeto chama a atenção ao fazer uma reflexão sobre a relação do ser humano com o planeta em que vive. Ele criou um universo antagônico, capaz de levar o visitante ao inferno e ao céu. Neste mix de dois planos, o arquiteto propõe um sincretismo entre diversas influências religiosas e crenças. Para Elmor, a necessidade de mostrar o quanto o planeta precisa da atenção dos habitantes formou uma simbiose entre os elementos apresentados. “O ambiente é mais que uma exposição de móveis, esculturas e obras de arte. Esta oportunidade trata da forma como vivemos e como pretendemos continuar na terra. Dar continuidade a esta ideia é uma forma de continuar a conscientizar os futuros clientes desta cafeteria”, finaliza.
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