Publicitário Filipe Frazão já teve fotos utilizadas em mais de 1000 campanhas relacionadas a Copa do Mundo.
Rio de Janeiro, Junho de 2014 – Você provavelmente nunca ouviu falar de Filipe Frazão, mas são grandíssimas as chances de já ter visto seu rosto em alguma propaganda relacionada a Copa do Mundo. Apesar de não ser modelo, este paulista de 29 anos calcula que sua imagem já foi utilizada em mais de 1000 peças publicitárias por todo o planeta, incluindo campanhas de empresas como Visa, Hyunday, Claro, Fast Shop, Ricardo Eletro, Magazine Luiza, Aliexpress, entre outras.
Tudo começou há três meses, quando Filipe decidiu fazer algumas fotos suas e de sua namorada (Fernanda Kairys) com a camisa do Brasil e colocá-las a disposição na CrayonStock (www.crayonstock.com) – o primeiro banco de imagens nacional a apostar no modelo de assinaturas usando a tecnologia e o potencial da internet para licenciar fotos em grande quantia e de maneira simples. “Nunca fui modelo, mas como tinha uma pequena habilidade com a câmera fotográfica, decidi fazer algumas fotos temáticas da Copa do Mundo e publicá-las na CrayonStock”, conta Filipe. “Eu sabia que com a Copa a procura por esse tipo de imagem seria grande, mas sinceramente não esperava tanto sucesso”.
Logo nos primeiros dias depois de criar seu portfolio na CrayonStock (http://crayonstock.com/fotos/artista/filipefrazao), Filipe notou que suas fotos tinham um enorme potencial, já que o número de aquisições de suas imagens aumentava diariamente. Em seguida, veio o reconhecimento dos amigos, que começaram a identifica-lo em propagandas pulicadas em revistas, outdoors, banners, sites e até embalagem de produtos.
Com 1,82m, 76 quilos, cabelo castanho claro e olhos azuis, Filipe acredita que o fato de nunca ter sido modelo foi o que justamente pode ter ajudado na popularização de suas fotos. “Sou uma pessoa comum, não faço o estilo modelo”, conta.
O gosto do Filipe por fotografia é algo recente e que começou por acaso, há cerca de 2 anos. Trabalhando na área de marketing de um supermercado atacadista, coube a ele fazer a produção completa de um tabloide, com fotos, preços e informações de produtos. Graças a essa experiência, o publicitário desenvolveu certa habilidade em fotografia e edição de imagens. A partir daí, Filipe decidiu comprar uma câmera para registrar com mais qualidade suas fotos pessoais, especialmente durante suas viagens. “Foi ai que descobri que eu podia lucrar com a venda de fotos”, conta.
Para Luca Atalla, fundador e CEO da CrayonStock, o caso do Filipe mostra como empresas de grande porte já abriram os olhos na importância de usar pessoas comuns nas suas campanhas. “É evidente que os consumidores se identificam muito mais com pessoas que parecem com eles do que com modelos ‘tradicionais’. Além do que, não importa se a sua empresa é grande ou pequena, hoje em dia é preciso disciplina nos gastos, e este tipo de foto não exige um investimento exorbitante. Isto é a prova que existe sim, imagem boa, que cause impacto, e que cabe no orçamento", conta Luca.
Criada para atender a demanda de empresas por fotos comerciais tipicamente brasileiras, a startup CrayonStock (http://crayonstock.com) é o primeiro banco de imagens nacional a apostar no modelo de assinaturas usando a tecnologia e o potencial da internet para licenciar fotos em grande volume e de maneira simples. Já as empresas interessadas pagam uma taxa mensal para utilizar as imagens feitas por fotógrafos colaboradores, que são comissionados cada vez que uma imagem de sua autoria é usada. “Somos uma empresa jovem e tecnológica que impõe o olhar brasileiro à fotografia. Qualquer pessoa com uma câmera na mão, como é o caso do próprio Filipe Frazão, pode contribuir conosco”, afirma Luca Atalla, fundador e CEO da CrayonStock.
SOBRE A CRAYONSTOCK
Consumidor voraz de imagens enquanto estava à frente da operação internacional da revista Gracie Magazine, nos Estados Unidos, Luca Atalla percebeu a dificuldade de encontrar boas imagens brasileiras nos bancos internacionais. Com a ideia de criar uma startup que resolvesse este problema, Luca voltou ao Brasil em setembro do ano passado, após sete anos morando no exterior, se desligou da operação da revista e passou a estudar o mercado de bancos de imagens. Com sede no Rio de Janeiro, a CrayonStock já conta com uma equipe de 16 pessoas. O banco de imagens já soma mais de 100 mil fotos de alta qualidade, contando com mais de mil fotógrafos parceiros.

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