A aposta na terapia celular poderá reescrever um novo capítulo na história da farmacêutica, uma vez que a empresa poderá deixar de ser não só uma fabricante de produtos, mas se tornar fornecedora de serviços médicos. O universo do câncer é cercado por enormes cifras, o que significa um crescimento constante na atuação da Novartis. Segundo a IMS Health, no ano passado os gastos mundiais com medicamentos oncológicos totalizaram 91 bilhões de dólares, triplo do valor atingido em 2003.
Apesar da vontade e do desafio de colocar rapidamente esse tratamento no mercado, o presidente da Novartis Brasil, Adib Jacob, afirma que os obstáculos serão grandes e que a empresa ainda terá de realizar diversos estudos clínicos para que o trabalho seja concluído. Jacob defende a eficácia do tratamento, já ficou comprovada, e acredita que todo o processo de implantação se concretizará até 2016. Aqui no Brasil o Hospital Albert Einstein está montando um laboratório de terapia celular para inicialmente treinar profissionais nessa tecnologia e no futuro replicar o tratamento pelo país.
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"É um jeito novo de lidar com o câncer. Mas ainda não temos certeza de que é a cura", diz Adib Jacob, presidente da Novartis Brasil.

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